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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Pegadinha de zumbi The WalTking Deadde no táxi faz sucesso SILVO SANTOS. postei

O lendário Silvio Santos apresentador e dono do SBT gostou da repercussão da primeira pegadinha de zumbi aplicada em um metrô de Fortaleza, no Ceará, tanto que decidiu repetir a dose em uma nova pegadinha, dessa vez para celebrar a estreia do novo seriado, o Fear The WalTking Dead.


Um taxista recebe os clientes durante à noite, afirma que conhece um caminho alternativo. Seguindo esse caminho, os passageiros logo percebem que é uma estrada bem escura, sem iluminação alguma. Mais adiante, se deparam com uma árvore caída na estrada.

O motorista - que é um ator - desce do carro e afirma que vai conferir se é possível passar. Dois zumbis aparecem, puxa-o para trás do tronco de árvore e o devora. Em seguida, um grupo enorme de zumbis cercam o carro. Um deles tenta quebrar a janela dianteira e dois zumbis já escondidos dentro do veículo surgem. Cada pessoa tem uma reação diferente. É engraçado.


Essa pegadinha foi exibida no dia 19 de julho de 2015, acompanhe mais essa incrível produção :



A equipe de Silvio Santos mais uma vez caprichou no figurino, roteiro e estratégia para pegar as vítimas de surpresa.





terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Alunos do Rio de Janeiro criam campanha por professora com câncer.

A professora carioca Berta López Toste, de 45 anos, tem no currículo mais de duas décadas de magistério e apenas uma prova ainda não concluída: vencer a batalha contra um câncer.

Ela sofre de um tipo raro da doença — o condrossarcoma grau 2 — originado na região pélvica e que acabou se espalhando para os pulmões. Suas chances de cura são baixas — o câncer resiste mesmo após sessões excruciantes de quimioterapia e radioterapia.
Berta, contudo, não esmoreceu. Após pesquisar extensamente na internet, descobriu um tratamento experimental em um hospital de ponta nos Estados Unidos e viu ali a esperança de sobrevida.
Mas a eventual reabilitação tinha um preço: pelo menos R$ 500 mil, segundo suas estimativas iniciais. Pensou em vender tudo o que tinha, inclusive o apartamento ainda não quitado. “Mesmo assim, seria impossível pagar tudo”, conta ela à BBC Brasil.
Foi quando seu marido, Alexandre, teve a ideia de contar sua história nas redes sociais. O intuito era arrecadar dinheiro para financiar seu tratamento. “Ele dizia que as pessoas iriam se comover com o meu caso, que eu havia dado aula para muita gente, e certamente receberia ajuda”.
Inicialmente, Berta relutou. “Nunca havia pedido nada a ninguém, ainda mais dinheiro”, afirma. Mas acabou convencida de que o tempo não estava correndo a seu favor.
E numa inversão dos papeis tradicionais dentro de sala de aula, a professora Berta, que leciona desenho geométrico, passou a ser ajudada por seus alunos — e também ex-alunos.
O esforço conjunto rendeu frutos e a campanha, que antes se restringia a amigos e conhecidos, viralizou nas redes sociais, catapultando o volume das doações. Celebridades do esporte, como o jogador Fred, do Fluminense, e Fabi, ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei, também aderiram à causa.

 Até agora, o post em que Berta conta sua história em sua página pessoal no Facebook, publicado em junho deste ano, obteve cerca de 22 mil compartilhamentos. Já a campanha arrecadou R$ 320 mil, ou 64% da meta prevista. Caso a marca seja ultrapassada, o dinheiro excedente será doado a instituições de caridade, ressalva a professora.
“Postei meu pedido de ajuda em 5 de junho deste ano. A cada minuto, multiplicavam-se os compartilhamentos. Fiquei muito assustada. Imaginava que meus alunos me ajudariam, mas nunca me passou pela cabeça tamanha repercussão”, diz.
“Foi uma avalanche, um tsunami de energia. Recebi mensagens de alunos muito antigos, de quem já havia perdido contato. Eles diziam: ‘Você me ajudou, agora é minha hora de te ajudar’. Aquilo me emocionou tanto que era algo inacreditável”, acrescenta.
A estudante Gabriela Dias, de 19 anos, foi uma das responsáveis pela corrente de solidariedade que se formou em torno de Berta, professora de três dos mais renomados colégios do Rio de Janeiro (CAp UERJ, Pedro II e Santo Agostinho).


Como Agir na sua primeira semana de trabalho.

Com certeza entrar num novo emprego é sempre uma situação que pode fazer com que qual quer Pessoa perca um pouco o sono, mas não precisa se preocupar, temos aqui varias dicas de como agir na primeira semana, Com certeza ira lhe ajudar.

SEJA ORGANIZADO.
É de vital importância que você defina os bons hábitos de organização desde o início pois é sem duvida uma das qualidades mais importantes que você deve apresentar como um bom profissional, e aproveite também para desafiar a si próprio e tente contornar os seus defeitos e até mesmo supera-los.
FAÇA AMIZADE COM UM VETERANO.
Fazer amizade com um veterano na empresa será de longe uma das melhores coisas que você pode fazer para que você possa se enturmar e entender os macetes que somente alguém que já tenha batente experiência possa lhe passar, além disso, todas as empresas tem as suas próprias “manias” e “ piadas”. Quanto mais cedo você estiver por dentro melhor será para sua adaptação no emprego.
APRESENTE-SE.
Apresentar-se a todos aqueles que estarão com você no seu setor é um grande passo para que você possa além de fazer novas amizades mostrar que você esta ali, e que eles podem contar com você, não espere para que os seus novos colegas de trabalho venha falar com você, porque dependendo da empresa, dificilmente eles vão ter tempo para falar com os recém chegados.
APRENDA A DINÂMICA DA EMPRESA.
Saber as dinâmicas, os horários os funcionamentos da empresa é de alta prioridade, pois você sabendo onde fica o café, se existem pessoas que fazem a limpeza do local, se  eles oferecem talheres, se existem pessoas que cuidam da limpeza após as refeições , entre outras coisas, tudo isso ira fazer com que você se adapte muito mais rápido.
COMECE A DEMONSTRAR AS SUAS QUALIDADES.
Não importa o que você disse na entrevista, e de total importância que desde a primeira semana você consiga demonstrar suas qualidades ao seu líder ou chefe, além disso, são elas que lhe farão continuar no seu emprego.


Padre católico fala com é a vida sob cativeiro do Estado Islâmico.

Um padre católico sírio que foi sequestrado e ameaçado de morte pelo grupo que se autodenomina Estado Islâmico escapou após três meses sob o domínio dos extremistas e relatou à BBC o que viveu nesse período.




Jack Murad fora capturado em maio, na cidade síria de al-Qaryatain, junto com Botros Hannah, um voluntário do antigo Monastério de Mar de San Elián.
O padre conta que teve os olhos vendados e as mãos amarradas e que o colocaram em um carro que acelerou rumo a um lugar desconhecido nas montanhas ao redor de Qaryatain.
Depois de quatro dias, voltaram a vendar seus olhos e amarrar suas mãos e mais uma vez o levaram para uma viagem, só que desta vez para um destino mais distante.
Eles acabaram em uma cela em algum lugar em Raqqa, bastião do EI, onde foram mantidos por 84 dias. O padre conta que foram bem alimentados, receberam tratamento médico e que nunca foram torturados.
No entanto, Murad e Hannah ouviram com frequência que eram “infiéis” e estavam “longe da verdadeira religião” do Islã e, particularmente, da “interpretação do Estado Islâmico sobre o Islã”.
Mas o padre afirma que, apesar disso, os carcereiros pareciam ter curiosidade sobre suas crenças cristãs.
“Perguntavam para mim sobre teologia, Deus, a Santíssima Trindade, Cristo e a Crucificação”; disse.
Murad achava inútil responder. “De que servirá debater com alguém que te coloca na prisão e te aponta uma arma na cabeça?”, questiona. “Quando me forçavam a responder, eu dizia: ‘Não estou preparado para mudar minha religião’.”
Ameaça de morte
Os extremistas que Murad conheceu assustavam os prisioneiros dizendo que os matariam se eles se recusassem à conversão ao islã.
“Para eles, a minha fé e o fato de eu me recusar a me converter era a morte. Para nos assustar, eles descreviam com detalhes como morreríamos. Eles são realmente talentosos para usar as palavras e as imagens para te aterrorizar”, recorda o padre.
Ele conta que achava que realmente iriam decapitá-lo.
“No 84º dia que eu estava ali, chegou um deles e nos disse: ‘Os cristãos de Qaryatain estão nos incomodando por causa de vocês e os querem de volta, então vamos, movam-se’.”
“Passamos por Palmira e Sawwaneh (na Síria), depois o carro desapareceu em um túnel. Tiraram-nos do carro e um deles me tomou pelas mãos diante de uma porta enorme de ferro. Quando ele a abriu, vi dois homens da minha paróquia ali parados.”
Murad abraçou os dois e depois virou a cabeça e viu todos os que estavam ali detidos. “Todos os cristãos de Qaryatain, toda a minha paróquia, meus filhos, estavam ali. Fiquei emocionado. Todos se aproximaram e me abraçaram.”
No período em que Murad havia estado preso pelo EI, toda a cidade de al-Qaryatain foi tomada pelo grupo extremista. Todos ficaram detidos por mais 20 dias.
Finalmente, no dia 31 de agosto, o padre Murad foi convocado para se apresentar diante de vários clérigos do EI.
Eles queriam lhe contar que o líder do grupo, Abu Bakr al Baghdadi, havia tomado uma decisão sobre os cristãos de Qaryatain.
Entre as opções apresentadas estavam planos de assassinar os homens e escravizar as mulheres.
Em vez disso, porém, o líder do EI escolheu dar aos cristãos “o direito de viver como cidadãos em território controlado pelo Estado Islâmico”, o que significava deixá-los voltar para suas terras em troca da proteção condicional do grupo.
“Terra de blasfêmia”
Murad respondeu a tudo o que perguntaram sobre a igrejas e o monastério de Qaryatain, mas optou por não falar sobre a tumba de San Elian, com a esperança de que pudesse salvá-la da destruição. Mas era difícil enganar os extremistas do EI.
“Eles sabem tudo, cada detalhe. Nós tendemos a pensar que eles são beduínos incultos. Mas, na verdade, é exatamente o contrário. Eles são inteligentes, educados, têm graduação universitária e são meticulosos no planejamento”, afirma o padre.
No tempo que ele ficou preso, o monastério foi confiscado pelo EI como “espólio de guerra” durante a batalha pelo controle de Qaryatain e acabou destruído. Os clérigos do grupo extremista leram os termos do acordo entre os cristãos da cidade e o “Estado Islâmico”.
Pelo acordo, os cristãos podiam viajar a qualquer lugar dentro do território do EI até Mossul, mas não a Homs ou Mahin (duas cidades próximas a Mossul, mas fora do controle do grupo), “porque para eles aquilo era a terra da blasfêmia”.
Ainda assim, Murad conseguiu fugir do território controlado pelo EI. Botros Hanna, o voluntário, também escapou.
“Aquela área agora é um campo de batalha. De um lado, vem sofrendo com ataques aéreos. Do outro, não nos sentimos seguros em Qaryatain. Senti que quanto mais permanecesse ali, mais as pessoas ficariam. Então decidi fugir para encorajar os outros a fazer o mesmo”.
Mas nem todos seguiram os passos do religioso.
“Na verdade, muitos decidiram ficar porque não têm para onde ir. Alguns não aceitam a ideia de ficarem desabrigados e preferem morrer na própria casa. Outros estão convencidos de que o EI, com quem têm um acordo, vai protegê-los”.
Murad diz que ainda há cerca de 160 cristãos em Qaryatain.
“Eles ficaram porque quiseram. Pedimos a Deus para protegê-los porque nossa cidade é um campo de batalha perigoso. Não há abrigo, nenhum lugar é seguro”.

Como não se apaixonar com este bebê foca com olhos enormes ?

Este é, na verdade, o momento em que um filhote de elefante marinho bochechudo posou a apenas 30 centímetros da fotógrafa Inger Vandyke e sua câmera.

Você já viu uma foca tirar uma selfie assim? E com as sobrancelhas tão perfeitas?

Os elefantes marinhos são as maiores focas do mundo, e as que mergulham mais fundo. Eles têm enormes olhos que os ajudam a enxergar em profundidades de 1500 metros ou mais dentro do oceano, quando eles mergulham para caçar comida. “Os olhos deles fazem deles adoráveis”
“Antes disso, eu tive experiência em várias viagens com lobos marinhos, então a princípio eu estava um pouco assustada com o elefante marinho se aproximando de mim. Logo eu descobri que eles são inofensivos e que a foca da selfie provavelmente estava curiosa e só queria se aquecer ficando perto de mim”, disse Vandyke.
“Quando este bebê foca se aproximou de mim, meu medo inicial foi embora muito rápido quando o guia disse que estava tudo bem. A foca, então, se esfregou suavemente em mim como se fosse um gato querendo atenção. Foi um encontro incrível, eu queria que nunca terminasse.”
Os elefantes-marinhos são grandes mamíferos: a fêmea atinge 3,50 metros e o macho até 6,5 metros, pesando até 6 toneladas. A cabeça é grande, com olhos grandes e salientes e arcadas super-ciliares com pelos rígidos. Nos machos, o nariz alonga-se numa espécie de tromba, que originou o nome popular da espécie. Os membros anteriores, apesar de robustos, não proporcionam bom rendimento em terra; os posteriores, muito fortes, com cinco dedos e fendidos ao meio, formam uma espécie de remo cada um.
Os elefantes-marinhos passam cerca de 80% das suas vidas a nadar nos oceanos, podem estar até 80 minutos sem respirar .A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colônias numerosas localizadas e praias e separadas por haréns controlados por um macho dominante. A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território. O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação. A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos.
Os elefantes-marinhos foram caçados em abundância pela sua pele, gordura e óleos e estiveram à beira da extinção no século XIX. Atualmente estão fora de perigo, a sua caça é proibida e seu único predador é a orca.

Foto de banheiros masculino com a palavra ‘Bla’ e feminino ‘Bla-bla-bla-bla…’ gera polêmica na internet

NUNCA antes uma foto da porta de um Banheiro causou tanta polêmica quanto essa foto.

Banheiro feminino é “sinônimo” de local onde as mulheres também frequentam para conversar? Uma foto postada no “Reddit” tem dado o que falar na internet e se tornou viral. Isso porque a imagem mostra a porta de um banheiro masculino identificado com a palavra “Bla” e o feminino com uma sequência interminável de “Bla-bla-bla-bla”.
Em pouco tempo de exibição na web, a foto já tem mais de 1,2 milhão de cliques. A imagem provocou muitas piadas e críticas, sendo acusada de ofensiva por reproduzir.
“São estereótipos em ambas as portas”, escreveu um internauta.
“Odeio porcarias como essa”, reprovou outro usuário do Reddit.
e você também achou ofensiva essa ideia ??

Dono instala ar-condicionado em casinha da cadela para evitar o calor.

Nesta época de tempo seco e temperaturas de até 40ºC, o autônomo Wyomar Ramos de Araújo, 39, morador de Guaraí (a cerca de 170 km de Palmas), no Tocantins, não hesitou em instalar um ar-condicionado na casinha de sua cachorra, Hana, para evitar que ela sofresse os efeitos do calor.
A sugestão foi da filha Wyomara, 11. Ele resolveu acatar depois de notar como a pastora alemã, de um ano e um mês, ficava inquieta, nos dias mais quentes. “Hana ficou tão feliz, que, no primeiro dia, nem queria sair mais da casinha”, conta Araújo, que trabalha com a instalação e manutenção de ar-condicionado.
O luxo, porém, tem de ser controlado, em virtude da alta constante nas tarifas de energia elétrica. Quando o calor aumenta, o aparelho fica ligado por até duas horas. Mas Araújo não se preocupa com o custo e garante que dá para diminuir o gasto, apagando as luzes e desligando a televisão.
A veterinária Ana Lúcia Galvão diz que não há problema nenhum em manter os animais em ambientes climatizados. Ao contrário: temperaturas entre 22ºC e 26ºC aumentam o bem-estar deles. Porém, assim como ocorre com os humanos, alguns cuidados devem ser tomados, como evitar que o vento gelado vá direto ao animal ou que ele fique entrando e saindo do frio para o calor. O choque térmico pode causar algumas doenças, principalmente respiratórias.
Ana Lúcia aconselha, ainda, que, no caso de a casinha ser totalmente fechada, como um quarto, colocar recipiente com água sempre fresca, para umidificar o ar e também para manter o animal hidratado.